Cory Scott/WSL
Pela primeira vez na história, o Championship Tour (CT) da WSL desembarca na Nova Zelândia. Após a perna australiana, o Circuito Mundial levou a elite do surfe para a cidade de Raglan, com janela entre os dias 15 e 25 (horário local). No Brasil, a primeira chamada ocorre nesta quinta-feira (14), às 15h30.
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A Tempestade Brasileira chega com moral ao novo destino do calendário. Após excelentes desempenhos na Austrália, Gabriel Medina e Luana Silva vestem a lycra amarela de líderes do ranking mundial. Além disso, as ondas do Mar da Tasmânia favorecem o surfe progressivo e aéreo, principais características dos brasileiros. Confira, abaixo, o porquê.
Como são as ondas em Raglan?
Manu Bay é o ponto final de um sistema de três esquerdas icônicas em Raglan, famosas mundialmente desde o filme O verão sem fim (Alegria de Verão). O swell percorre a pista veloz de Indicadores e a seção de Whale Bay antes de chegar ao palco principal. Essa mística atrai surfistas de todo o mundo que buscam as linhas longas e perfeitas neozelandesas.
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A onda em si é marcada por uma bancada inicial que procura fornecer tubos intensos quando as condições de tamanho são ideais. Após esta seção, a parede se estende pela baía, oferecendo uma crista excelente para manobras de borda e ataques verticais.
Um espelho de J-Bay
Pode-se dizer que a comparação mais fiel para Manu Bay é uma etapa tradicional de Jeffrey’s Bay, funcionando como uma versão espelhada por ser um point break de esquerda extremamente longo. Ambas as ondas estão fechadas que o surfista mantém um fluxo constante e muita velocidade.
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Enquanto a direita sul-africana favorece os regulares (atletas que surfam com o pé esquerdo à frente da prancha), a esquerda da Nova Zelândia beneficia os patetas (atletas que surfam com o pé direito à frente da prancha).
