Neymar na seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2026
18 de maio de 2026 às 18h24
Carlo Ancelotti nomeou sua seleção para Canadá, México e Estados Unidos. Os 26 incluem Neymar, que não joga pela Seleção desde outubro de 2023. O santista, de 34 anos, disputou 128 partidas e marcou 79 gols, o que o tornou o maior artilheiro do país. Os brasileiros ficaram divididos quanto à potencial convocação de Neymar. Muitos foram a favor, outros foram firmemente contra o seu regresso. João Pedro, do Chelsea, é o jogador que falha na frente.
A equipe inclui seis jogadores brasileiros e um grande número de jogadores da Premier League. Alisson (Liverpool), Gabriel Magalhães e Gabriel Martinelli (Arsenal), Casemiro e Matheus Cunha (Manchester United), Igor Thiago (Brentford), Rayan (Bournemouth) e Bruno Guimarães (Newcastle) estão na lista. Estêvão, do Chelsea, e Rodrygo e Éder Militão, do Real Madrid, estão lesionados e perdem o torneio.
Esquadrão completo.
Goleiros: Alisson (Liverpool), Ederson (Fenerbahçe), Weverton (Grêmio)
Zagueiros: Alex Sandro (Flamengo), Bremer (Juventus), Danilo (Flamengo), Douglas Santos (Zenit), Gabriel Magalhães (Arsenal), Ibañez (Al-Ahli), Léo Pereira (Flamengo), Marquinhos (PSG), Wesley (Roma)
Meio-campistas: Bruno Guimarães (Newcastle), Casemiro (Manchester United), Danilo Santos (Botafogo), Fabinho (Al-Ittihad), Lucas Paquetá (Flamengo)
Atacantes: Endrick (Lyon), Gabriel Martinelli (Arsenal), Igor Thiago (Brentford), Luiz Henrique (Zenit), Matheus Cunha (Manchester United), Neymar (Santos), Raphinha (Barcelona), Rayan (Bournemouth), Vini Jr.
Durante décadas, o Brasil nos manteve fascinados com seu tipo de futebol inebriante. As habilidades têm sido de tirar o fôlego, as jogadas e manobras audaciosas, e milhões de pessoas se encantaram por Pelé, Rivellino, Gérson, Jairzinho, Sócrates, Zico, Ronaldinho e inúmeros outros jogadores fantásticos. Os sul-americanos conquistaram o recorde da Copa do Mundo cinco vezes. Mas sem vitórias desde 2002, a sua posição como nação futebolística mais bem-sucedida do mundo está ameaçada, e apenas uma vitória nos EUA, Canadá e México silenciará os seus críticos.
Os triunfos em 1958 e 1962, a genialidade de Romário em 1994 e de Ronaldo em 2002 contribuíram para o fascínio. Mas é o futebol fascinante jogado em 1970 e 1982 que continua a capturar a imaginação dos torcedores do Brasil em todo o mundo, diferenciando as inspiradoras camisas amarelas. Este livro dá vida a como os brasileiros dominaram o futebol internacional e se tornaram a personificação de tudo que há de alegre no jogo.
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